A parte da minha vida que mais valeu a pena até agora foram os três anos que passamos juntas, todos os dias, o dia inteiro. Fazer magistério não é fácil, e eu nunca gostei mesmo, mas estar com vocês fazia as coisas serem mais fáceis.
A gente pode já ter terminado a faculdade, conhecido outras melhores amigas, namorado cinqüenta caras diferentes (que mentira, hahaha!), que mesmo estando longe eu sinto vocês muito perto. Nada mudou no meu coração e é por isso que quando nos encontramos é como se não tivéssemos nos separado por um dia. Eu amo isso!
Vocês fizeram todos os meus aniversários serem especiais, fizeram eu me sentir importante, fizeram meus dias mais engraçados. Foi com vocês que eu aprendi o que realmente significa amizade. E eu perdôo vocês por todos os apelidos maldosos, pelos atrasos, pelos trabalhos com nota S, por me chamarem de moleque e por implicarem com a minha camiseta grande. (Nossa, ainda bem que as coisas mudam, né? Hoje em dia eu faço a unha e até penteio o cabelo – às vezes).
Morro de saudade de vocês. Sinto falta de cartazes, de bexigas, de cartinhas enfeitadas. Sinto falta do “Éééééééé??” da Di e do “Chefe” da Denny. Faz muito tempo que a gente não se vê, e estou feliz que isto vai sarar fim de semana que vem.
Amo vocês do fundo do meu coração!
Obs: Não podia faltar um pedacinho do Manual de Sobrevivência, né? Então lá vai:“Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida, e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que eles mudam; percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.”
Com carinho,
Chefe
sábado, 31 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Para Domingo II
Hei, gato! Pra onde você foi? Minha avó está preocupada.
Não pensei que minha carta te deixaria tão chateado.
Está tudo tranqüilo sem você – pra mim – mas a Dona Jose está triste.
Volta, vai. Vou tentar não falar mal de você pela internet de novo.
Não pensei que minha carta te deixaria tão chateado.
Está tudo tranqüilo sem você – pra mim – mas a Dona Jose está triste.
Volta, vai. Vou tentar não falar mal de você pela internet de novo.
sábado, 24 de julho de 2010
Para Minha Infância
Êêêê, Paulinha... de vez em quando eu me pego perguntando que tipo de reação você teria se soubesse quem iria se tornar. Eu sei que não estava nos seus planos morar em Pederneiras, ser professora, analista contábil, ter cabelo liso, fazer as unhas toda semana e ter uma vontade louca de um dia se casar, ter filhos e sossegar.
Depois de todo esse tempo, posso afirmar que infelizmente você não aproveitou muito bem essa fase de infância. Isso porque você estava preocupada demais em crescer e se tornar uma adulta responsável. Gostaria que você tivesse descoberto antes que aqui na frente não é tão legal assim. Você tem que pagar contas, pensar muito no futuro, tomar decisões difíceis, fazer coisas que não quer ou não gosta... Apesar de todos os benefícios, acordar todo dia cedo pra trabalhar é tão chato quanto ter que ir à escola – receio informar que todas as piadas dos adultos sobre trabalho são verdadeiras.
Pelo menos você brincou um monte na rua, com pés descalços. Jogou amarelinha, pulou elástico, brincou de esconde-esconde e pega-pega, perdeu várias vezes na queimada, se encheu de ralados por causa de patins. Eu tenho a impressão de que as crianças de hoje em dia não aproveitam muito essas coisas. Ainda bem que você foi da antiga geração.
Tem algumas coisas que você deve saber:
- Não devia ter ficado tão preocupada quando quebrou os dois dentes da frente do primo Flavinho com um moedor de cana em Rosana, porque eles eram de leite, sua boba! E os verdadeiros cresceram e ficaram normais.
- Eu sei o quanto foi difícil todas as terças e quintas, em que você tinha que pegar ônibus lotado e sozinha pra aprender Inglês. Mas valeu a pena, viu? Ajudou muito a conseguir um bom emprego.
- Não, infelizmente nada de extra-especial acontece durante a adolescência. Não se vira bruxa, sereia, metamorfa ou qualquer coisa do gênero. Não devia ter tido essa esperança.
- Todos aqueles filmes e livros de romance só servem pra deixar a gente à espera de algo que nunca acontece. E se acontece é rápido e traumatizante.
- Sabe o professor Marcelo? Aquele que foi o seu primeiro professor, que te ensinou a ler, escrever e fazer continhas? Aquele por quem você era apaixonada! Aquele com quem você queria que sua mãe se casasse, sabe? Pois é, ele é gay.
Vivendo e aprendendo. Enquanto você queria muito ser adulta, eu quero muito ser criança. Você pode ficar desapontada, eu sei, mas eu faço agora um monte de coisa que você não fez antes. Eu rio alto, eu faço careta, faço manha, mostro a língua, não entendo piadas difíceis, dou pulinhos quando estou feliz, xingo os outros de bobo/boba e adoro desenho animado. Mas pelo menos uma coisa não mudou: ainda amo sorvete – só que agora tenho dinheiro pra comprar quantos eu quiser!
Até mais!
Paulona
Depois de todo esse tempo, posso afirmar que infelizmente você não aproveitou muito bem essa fase de infância. Isso porque você estava preocupada demais em crescer e se tornar uma adulta responsável. Gostaria que você tivesse descoberto antes que aqui na frente não é tão legal assim. Você tem que pagar contas, pensar muito no futuro, tomar decisões difíceis, fazer coisas que não quer ou não gosta... Apesar de todos os benefícios, acordar todo dia cedo pra trabalhar é tão chato quanto ter que ir à escola – receio informar que todas as piadas dos adultos sobre trabalho são verdadeiras.
Pelo menos você brincou um monte na rua, com pés descalços. Jogou amarelinha, pulou elástico, brincou de esconde-esconde e pega-pega, perdeu várias vezes na queimada, se encheu de ralados por causa de patins. Eu tenho a impressão de que as crianças de hoje em dia não aproveitam muito essas coisas. Ainda bem que você foi da antiga geração.
Tem algumas coisas que você deve saber:
- Não devia ter ficado tão preocupada quando quebrou os dois dentes da frente do primo Flavinho com um moedor de cana em Rosana, porque eles eram de leite, sua boba! E os verdadeiros cresceram e ficaram normais.
- Eu sei o quanto foi difícil todas as terças e quintas, em que você tinha que pegar ônibus lotado e sozinha pra aprender Inglês. Mas valeu a pena, viu? Ajudou muito a conseguir um bom emprego.
- Não, infelizmente nada de extra-especial acontece durante a adolescência. Não se vira bruxa, sereia, metamorfa ou qualquer coisa do gênero. Não devia ter tido essa esperança.
- Todos aqueles filmes e livros de romance só servem pra deixar a gente à espera de algo que nunca acontece. E se acontece é rápido e traumatizante.
- Sabe o professor Marcelo? Aquele que foi o seu primeiro professor, que te ensinou a ler, escrever e fazer continhas? Aquele por quem você era apaixonada! Aquele com quem você queria que sua mãe se casasse, sabe? Pois é, ele é gay.
Vivendo e aprendendo. Enquanto você queria muito ser adulta, eu quero muito ser criança. Você pode ficar desapontada, eu sei, mas eu faço agora um monte de coisa que você não fez antes. Eu rio alto, eu faço careta, faço manha, mostro a língua, não entendo piadas difíceis, dou pulinhos quando estou feliz, xingo os outros de bobo/boba e adoro desenho animado. Mas pelo menos uma coisa não mudou: ainda amo sorvete – só que agora tenho dinheiro pra comprar quantos eu quiser!
Até mais!
Paulona
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Para Domingo
Você é o pior gato de estimação que se possa ter. E hoje estou tão brava com você que nem me sinto culpada de te imaginar sendo atropelado por um carro bem grande. Você é o gato preto mais idiota do mundo. Burro, ignorante, sem noção e mau educado.
Quando você chegou aqui eu te adorava. Mas fique sabendo que todas nós pegamos você porque era pequeno, feio e nós achávamos que você era fêmea. Fêmea, está me ouvindo?? Espero que isso magoe.
Você é louco e eu te odeio. Pode ter mais trezentos apelidos fofos que a minha avó dá pra você – larica, docinho, preto, pretinho, nego, gracinha, pitinho... – , mas pra mim você se tornou o “puta que pariu de gato dos infernos”.
Eu vou jogar Varek no seu pires de leite na próxima vez se você der uma de folgado e fizer xixi no meu quarto ou dormir no meu armário. E saiba que eu não me arrependo de ter jogado água fria na sua cabeça hoje à noite (mesmo minha avó tendo me chamado de criança) por você ter arranhado fundo a sola do meu pé. Fique sabendo que se doer amanhã e inflamar eu vou pesquisar macumbas pra gato na internet, viu?
Seu fedorento.
Quando você chegou aqui eu te adorava. Mas fique sabendo que todas nós pegamos você porque era pequeno, feio e nós achávamos que você era fêmea. Fêmea, está me ouvindo?? Espero que isso magoe.
Você é louco e eu te odeio. Pode ter mais trezentos apelidos fofos que a minha avó dá pra você – larica, docinho, preto, pretinho, nego, gracinha, pitinho... – , mas pra mim você se tornou o “puta que pariu de gato dos infernos”.
Eu vou jogar Varek no seu pires de leite na próxima vez se você der uma de folgado e fizer xixi no meu quarto ou dormir no meu armário. E saiba que eu não me arrependo de ter jogado água fria na sua cabeça hoje à noite (mesmo minha avó tendo me chamado de criança) por você ter arranhado fundo a sola do meu pé. Fique sabendo que se doer amanhã e inflamar eu vou pesquisar macumbas pra gato na internet, viu?
Seu fedorento.
Para Matheus
Você é o primo de primeiro grau mais gatinho que qualquer prima pode ter. E sei que eu implico com você desde que você nasceu, mas tudo isso é porque eu não sei demonstrar o quanto eu gosto de você.
De vez em quando eu me lembro do dia em que você nasceu. Ainda mais quando você está por aqui, como nesta semana. Sua mãe estava tentando há tempos engravidar e todos ficamos muito contentes com a sua vinda. Foi num dia meio frio de março que você chegou, em 1999. Era o ano de estréia da música Mulher de Fases dos Raimundos e eu fiquei ouvindo no hospital, naquela chatice de sala de espera.
Você tinha cara de joelho, e não vou mentir dizendo que mesmo assim você era lindo. Você era feio mesmo. Ainda bem que com o tempo passou (um pouco).
Eu sei que você gosta de mim também. Obrigada por sempre me dar seus jogos de vídeo-game mais legais. Obrigada por ficar feliz quando eu chego em casa, mesmo eu não dando bola pra você. Obrigada por sempre me dar um pedaço do seu chocolate, mesmo sendo pequeno e você odiando dividir. Obrigada pelo bichinho de pelúcia que você me deu e disse que é pra eu por no meu carro quando eu tiver um. Obrigada por um dia ter deixado um presente e uma flor em cima da minha mesa antes de ir embora (isso me deixou boba por uma semana). Obrigada por deixar uma moeda no meu cofrinho toda vez que usa algo que é meu. Obrigada por deixar eu mandar em você sem reclamar.
Eu te adoro!
E você vai ser o homem mais lindo do mundo quando crescer.
Com carinho,
Paula.
De vez em quando eu me lembro do dia em que você nasceu. Ainda mais quando você está por aqui, como nesta semana. Sua mãe estava tentando há tempos engravidar e todos ficamos muito contentes com a sua vinda. Foi num dia meio frio de março que você chegou, em 1999. Era o ano de estréia da música Mulher de Fases dos Raimundos e eu fiquei ouvindo no hospital, naquela chatice de sala de espera.
Você tinha cara de joelho, e não vou mentir dizendo que mesmo assim você era lindo. Você era feio mesmo. Ainda bem que com o tempo passou (um pouco).
Eu sei que você gosta de mim também. Obrigada por sempre me dar seus jogos de vídeo-game mais legais. Obrigada por ficar feliz quando eu chego em casa, mesmo eu não dando bola pra você. Obrigada por sempre me dar um pedaço do seu chocolate, mesmo sendo pequeno e você odiando dividir. Obrigada pelo bichinho de pelúcia que você me deu e disse que é pra eu por no meu carro quando eu tiver um. Obrigada por um dia ter deixado um presente e uma flor em cima da minha mesa antes de ir embora (isso me deixou boba por uma semana). Obrigada por deixar uma moeda no meu cofrinho toda vez que usa algo que é meu. Obrigada por deixar eu mandar em você sem reclamar.
Eu te adoro!
E você vai ser o homem mais lindo do mundo quando crescer.
Com carinho,
Paula.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Para Stephenie Meyer
Finalmente vou poder expressar a minha indignação com você, mocinha!
Primeiro preciso dizer que eu AMEI Crepúsculo. Um livro completamente envolvente que li em menos de três dias! Confesso que não sabia nada sobre a história, comprei só porque o filme estava no cinema e eu gosto de ler primeiro. As primeiras páginas já fizeram eu me apaixonar e admirei muito a maneira de você tecer a história. Por causa desse livro você entrou na minha lista de super escritores e o Edward e a Bella pra minha lista de super personagens.
Daí veio Lua nova e eu senti tanto a falta do Edward quanto a Bella (sei que vai parecer exagero, mas em algumas partes eu também sentia o ar faltar). Mas eu segui o seu conselho e o li duas vezes, pra gostar um pouco mais do Jacob e deu certo.
Eclipse foi o terceiro e eu já gostei um pouco menos. Entendo perfeitamente que algumas situações tem que ser criadas pra tornar a trama interessante, mas que puta sacanagem deixar a Bella entre os dois quando todo mundo tinha certeza de com quem ela ia ficar no final.
Mas o meu problema mesmo foi com Amanhecer. QUE LIVRO RIÍDULO! Desculpe a sinceridade, mas você acabou com toda a graça que eu via na história nesse livro. Fantasiar com vampiros, tudo bem. Fantasiar com lobisomens, tudo bem também. Mas inventar uma gravidez daquelas??? Nossa, terrível, terrível, terrível. Até hoje eu não me conformo com a caca que você fez. Você poderia ter ido muito mais além na minha opinião e eu esperava muito mais de você.
Infelizmente agora eu gosto muito menos dos outros livros por causa do final. Isso é triste. Vi Lua nova no cinema só porque o Taylor estava huuumm... é... bem, beeem bonito. Já estreou Eclipse e eu não estou nem aí, e você pode ter certeza que eu não vou gastar nem um real pra ver Amanhecer.
Eu comprei A Hospedeira, mas ainda estou tão chateada com você que não leio. E não vou comprar A Vida não sei o que de Bree, mesmo sendo baratinho. Ah, e eu também esqueci de mencionar a mágoa que tenho de você por não publicar Midnight Sun. Estava uma delícia ler a versão do Edward. Sua... sua... sua egoísta!
Não gosto mais tanto de você, e você nem está mais na minha lista. Agora Sidney Shledon e Marian Keyes dividem o primeiro lugar. Bem feito! :P
Primeiro preciso dizer que eu AMEI Crepúsculo. Um livro completamente envolvente que li em menos de três dias! Confesso que não sabia nada sobre a história, comprei só porque o filme estava no cinema e eu gosto de ler primeiro. As primeiras páginas já fizeram eu me apaixonar e admirei muito a maneira de você tecer a história. Por causa desse livro você entrou na minha lista de super escritores e o Edward e a Bella pra minha lista de super personagens.
Daí veio Lua nova e eu senti tanto a falta do Edward quanto a Bella (sei que vai parecer exagero, mas em algumas partes eu também sentia o ar faltar). Mas eu segui o seu conselho e o li duas vezes, pra gostar um pouco mais do Jacob e deu certo.
Eclipse foi o terceiro e eu já gostei um pouco menos. Entendo perfeitamente que algumas situações tem que ser criadas pra tornar a trama interessante, mas que puta sacanagem deixar a Bella entre os dois quando todo mundo tinha certeza de com quem ela ia ficar no final.
Mas o meu problema mesmo foi com Amanhecer. QUE LIVRO RIÍDULO! Desculpe a sinceridade, mas você acabou com toda a graça que eu via na história nesse livro. Fantasiar com vampiros, tudo bem. Fantasiar com lobisomens, tudo bem também. Mas inventar uma gravidez daquelas??? Nossa, terrível, terrível, terrível. Até hoje eu não me conformo com a caca que você fez. Você poderia ter ido muito mais além na minha opinião e eu esperava muito mais de você.
Infelizmente agora eu gosto muito menos dos outros livros por causa do final. Isso é triste. Vi Lua nova no cinema só porque o Taylor estava huuumm... é... bem, beeem bonito. Já estreou Eclipse e eu não estou nem aí, e você pode ter certeza que eu não vou gastar nem um real pra ver Amanhecer.
Eu comprei A Hospedeira, mas ainda estou tão chateada com você que não leio. E não vou comprar A Vida não sei o que de Bree, mesmo sendo baratinho. Ah, e eu também esqueci de mencionar a mágoa que tenho de você por não publicar Midnight Sun. Estava uma delícia ler a versão do Edward. Sua... sua... sua egoísta!
Não gosto mais tanto de você, e você nem está mais na minha lista. Agora Sidney Shledon e Marian Keyes dividem o primeiro lugar. Bem feito! :P
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Para Josefina
Sem dúvidas a primeira carta tinha que ser especial. E é pra você, vó! Em algumas linhas vou dizer algumas coisas que muito provavelmente você não sabe, e também não ficará sabendo tão cedo por causa da minha dificuldade em me expressar cara a cara. E também porque eu gosto da visão rebelde e totalmente não verdadeira que você tem de mim.
A verdade é que eu amo você mais do que qualquer outra pessoa no mundo, e isso me inclui. Tudo que faço de bom é com a intenção de te deixar orgulhosa de mim: faculdade, amigos, companhias, trabalho, comportamento...
Eu sei, eu sei... não sou capaz de demonstrar esse tipo de coisa. Sou fechada, nunca estou em casa, faço bagunça... Mas eu tenho algumas coisas boas pra compensar, e gosto de pensar que sou a que menos te deu trabalho – pelo menos por enquanto, né?
Não sei o que seria da minha vida se você não estivesse comigo em cada momento. Não sei que tipo de pessoa eu seria se você não tivesse me criado. E queria que você soubesse que eu sou grata, indescritivelmente grata por tudo.
Tenho certeza que posso perder qualquer coisa na minha vida que eu vou suportar. Você me fez forte. Também posso perder qualquer pessoa que um dia eu ficarei bem, menos você. A idéia de não ter você é o que mais me assusta no mundo todo. E por favor, para de falar que vai embora quando eu estiver com a vida estabilizada, porque eu não vou deixar. Isso me mataria.
Você é de longe a pessoa que eu mais admiro. Gostaria muito muito de saber toda a sua história. Saber de quem você gostou, como era seu trabalho, como seus irmãos te tratavam, como foi seu casamento, o que passou para criar sua família, seus micos, seus medos, suas ambições... Mas eu sou durona demais pra perguntar, e você muito introvertida pra responder.
Eu te amo.
Pra sempre.
Beijos.
A verdade é que eu amo você mais do que qualquer outra pessoa no mundo, e isso me inclui. Tudo que faço de bom é com a intenção de te deixar orgulhosa de mim: faculdade, amigos, companhias, trabalho, comportamento...
Eu sei, eu sei... não sou capaz de demonstrar esse tipo de coisa. Sou fechada, nunca estou em casa, faço bagunça... Mas eu tenho algumas coisas boas pra compensar, e gosto de pensar que sou a que menos te deu trabalho – pelo menos por enquanto, né?
Não sei o que seria da minha vida se você não estivesse comigo em cada momento. Não sei que tipo de pessoa eu seria se você não tivesse me criado. E queria que você soubesse que eu sou grata, indescritivelmente grata por tudo.
Tenho certeza que posso perder qualquer coisa na minha vida que eu vou suportar. Você me fez forte. Também posso perder qualquer pessoa que um dia eu ficarei bem, menos você. A idéia de não ter você é o que mais me assusta no mundo todo. E por favor, para de falar que vai embora quando eu estiver com a vida estabilizada, porque eu não vou deixar. Isso me mataria.
Você é de longe a pessoa que eu mais admiro. Gostaria muito muito de saber toda a sua história. Saber de quem você gostou, como era seu trabalho, como seus irmãos te tratavam, como foi seu casamento, o que passou para criar sua família, seus micos, seus medos, suas ambições... Mas eu sou durona demais pra perguntar, e você muito introvertida pra responder.
Eu te amo.
Pra sempre.
Beijos.
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